Três Mosqueteiros

Minha Vida com os Trigêmeos

O sofazinhooo!…

O motivo desse post é o sofazinho aí da foto. Ele tem mais de 30 anos!

Esse sofá fez parte da minha infância e agora está servindo aos mosqueteiros. Na foto acima, meu irmão Fernando, minha irmã Nathália e eu (à direita). Na foto de baixo, Oscar, Joaquim e Antônio.

O tecido que revestia o sofá na minha época era avermelhado. Depois, o sofá foi passando de casa em casa entre os meus tios, para a alegria dos meus primos, e nunca mais tinha ouvido falar nele.

Nem acreditei quando minha mãe chegou com o sofá - que estava na casa do meu padrinho e eu nem sabia. E agora ele está azul!!! E deve estar azul há tempos porque já está até meio surradinho. Não importa! É o sofazinho!!! E ainda balança!

Deixamos o sofazinho no local onde os meninos brincam.

Um dia, Antônio e Oscar estavam sentadinhos no sofá e não  resistimos, colocamos o Joaquim sentado também e corri pra buscar a máquina. Quanto azul!

No dia da foto os mosqueteiros estavam (cabeludíssimos!) com 1 ano e 2 meses. Ai, ai… como seria bom ver meus netinhos numa foto abaixo dessa daqui a uns trinta anos…

Levadíssimos!

Esses meninos estão cada dia mais levados. Eles escalam tudo o que dá pra escalar.

O Everest do momento? O parapeito da sala de TV.

Antes de instalar a rede de proteção, ouvi de algumas mães que não precisava, que era só ensinar desde pequenos, que eles iriam aprender a subir e a descer escadas, que não subiriam em nada nem em lugar nenhum. Enfim, ouvi dizer – e ainda bem que não acreditei!- que bastava ensinar para que eles não corressem riscos.

Bom, ensinar eu ensinei. Aliás, eu e todo mundo. Mas acho que é da idade. Eles fingem que não entendem…

Taí, imaginem o que poderia acontecer se a rede de proteção não estivesse ali. Não gosto nem de pensar.

Só não consegui uma foto que mostrasse a proeza porque eles atenderam ao pedido:

- Meninos! Desçam já daí!!!

“Piuíto”

Pausa na brincadeira para chupar pirulito.

Que vida difícil heim… 

Brincando, batendo papo com os irmãos e saboreando pirulito, se melhorar estraga!

Chuva, chuvisco, chuvarada…

 

… Por que é que chove tanto assim?

Nessas férias os mosqueteiros aprenderam a tomar banho de chuva. Com o calorzão que anda fazendo, nada como se refrescar na chuva!

Só que nem sempre a mamãe deixa brincar na chuva. Então, vamos apreciar a chuva da janela! Vamos ver as folhinhas balançando com o vento, escutar o barulho da água caindo, ver os raios e esperar por trovões. Que gostoso!

Para saber como garantir a segurança da criança nos dias de tempestade, clique aqui .

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Falando em chuva, não dá para esquecer de todos os que estão sofrendo com as enchentes.

Que tal ajudar pelo menos as regiões mais próximas? Escolhemos São Luiz do Paraitinga.

Aproveito para deixar aqui o site da prefeitura, onde há informações sobre como ajudar.

http://www.saoluizdoparaitinga.sp.gov.br

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Chapeleira do vovô

 

Os mosqueteiros ficam se sentindo o máximo com qualquer adereço no corpo. Chapéu, boné, tiara, colar, pulseira, piranhas, grampos e prendedores de cabelo, relógio, óculos. Eles adoram!!! Se enfeitam e ficam desfilando em busca de um “Nooooossa, que liiiindo!!!” Gostam tanto que o tio Júnior e a tia Erica até deram reloginhos digitais para eles.  

Então, quando os mosqueteiros descobriram que podiam brincar com os chapéus do vovô Luiz foi aquela festa! O jeito foi colocar os chapéus preferidos do vovô pra cima na chapeleira e deixar somente alguns ao alcance deles. Depois, era só assistir aos desfiles e gritar “Liiiindossss!”

Pé de quêêê???

De maaaaaanga!!!

Odeio manga. Não posso nem sentir o cheiro. Aliás, não sou muito chegada em frutas, legumes e verduras. Minha mãe diz que sempre fui assim, desde pequenininha. Só aprendi a comer salada depois de casada na casa da minha sogra. Até que foi fácil porque meu sogro capricha nas saladas! Meus pais ainda moravam no Rio e meus sogros souberam com carinho e paciência me levar pro bom caminho da alimentação correta. Com a ajuda deles, na gravidez, comi mais comidas naturais do que besteiradas.  Graças a eles, os meninos nasceram fortes e saudáveis – obrigada vovô e vovó!

Hoje em dia na frente dos mosqueteiros me esforço e finjo ser super natureba. Quero que eles aprendam cedo a gostar do que faz bem.

Resultado: Oscarzinho e Antônio adoram frutas. Qualquer uma. É só apresentar e eles se lambuzam. Já o Joaquim… esse puxou a mãe. Só gosta de banana e maçã. Com certeza, parte da preferência por sabores é hereditária! Além disso, por um descuido, Joaquim deve ter me visto torcendo o nariz para uma fruta qualquer.

Ah, no dia da foto, não tinha mangas na mangueira. Oscarzinho queria só apertar as folhas - ”Apéta!”

E sogrinho, nem adianta que jaca eu não como de jeito nenhum!!! Nem na frente dos mosqueteiros!

 

 

Cristal e Jade…

… adoram receber pão dos mosqueteiros no portãozinho da varanda. Nas fotos, Antônio, ainda de pijama, no ritual matutino com as duas.

Bola na grama

O que acontece quando três moleques encontram uma bola no gramado???

Papo vai, papo vem

E no balanço da rede eles ficam cantando e jogando conversa fora.

Só que nem sempre a gente sabe do que eles estão falando.

Que flagra!

Vale a pena dividir isso com todo mundo!!!

Oscarzinho escorrega, leva um caldo na piscininha, Antônio se sensibiliza e dá um beijo no irmão.

Os três estão com uma mania linda de abraçar e beijar os irmãos. Tudo seguido de palminhas e gritinhos eufóricos de quem está por perto: “Ai que fofo!”, “Êêêê!!!”, “Muito beeeem!”, “De novo!”.

E a gente fica que nem doido tentando filmar ou fotografar alguma coisa…

É para sempre sim!

Às vezes me pego lamentando porque eles crescem assustadoramente rápido, mas logo me animo pois essa fase de nossas vidas será para sempre.

Cada dia, cada minuto, cada segundo com eles está devidamente registrado em minha memória… O que me deixa feliz é saber que quando eu estiver velhinha, caduquinha, posso não me lembrar do que eu comi no almoço, ou nem mesmo se almocei, mas provavelmente me lembrarei dos momentos vividos com meus meninos.  Amo esses meninos demais, amo esses momentos demais.

Eles crescem, mas as imagens, os cheiros, o toque, o abraço, os sons, tudo fica para sempre.

Dente é dente e Denta é denta!

Escovamos os dentinhos dos meninos desde que os primeiros deles começaram a apontar. No início, com uma gase molhada em água fervida enrolada no dedo, só depois com escova e pasta de dente (presentes da Karina, madrinha do Joaquim e dentista da família). 

Rapidinho eles já sabiam o que eram dentes e os mostravam quando a gente perguntava ou pedia para vê-los. E agora já sabem até falar “dente”. Mas falar “escova de dente”, realmente, é pedir demais…

Oscarzinho inventou, então, a palavra “denta” para denominar este objeto. Simples, não? “Dente” é dente e “Denta” é escova de dente. Achei sensacional o raciocínio do menino! A gente falava mostrando a escova

- E-s-c-o-v-a-d-e-d-e-n-t-e…

E ele teimava apontando para ela:

- Denta!

Já era. Todos pegaram essa mania e agora aqui em casa só escovamos os dentes com nossas dentas.

A propósito, eles adoram escovar os dentes. Cada um pega a sua denta já com pasta e fica esfregando nos dentinhos. Ainda não sabem a maneira certa de escovar, mas gostar do hábito já é um bom começo! 

18 meses!!!

Vivaaaaaa!!!! Ôbaaaaaaa!!!! Ontem os meninos completaram 18 meses de vida!

E a comemoração foi em grande estilo: primeiro dia na escola – ou “scóia”, como diz o Oscarzinho.

Colocá-los tão cedo na escolinha não estava nos nossos planos, mas uma das nossas ajudantes que mora com a gente terá que ir embora e pensamos que esta seria a melhor solução. Foi uma decisão difícil porque além das crianças ainda serem muito novinhas, elas ficam super bem com as babás… mas com uma ajudante a menos em casa ficará complicado. Por isso, aproveitamos para experimentar um novo esquema.

Escolhemos com todo cuidado e a escola escolhida é incrível! Tem tudo para dar certo. Só não me conformo com o termo “berçário” (eles estão no B II B III, depois vem o B III e só então o Infantil) porque acho que eles já estão grandes e espertos demais para ficarem num “berçário”.  rs Coisa de mãe coruja! rs rs rs

Enfim, ontem eles foram para o colégio pela primeira vez e estão se adaptando super bem. Assim, depois das férias, quando eu voltar ao trabalho, a casa já estará com uma nova rotina estabelecida.

Parabéns para os mosqueteiros pelos 18 meses e pelo primeiro dia de aula!!!

Lá no pé da serra

Vim de lá do pé da serra e acabei de chegar,

mais livre, solto, com mil  histórias pra contar.

Histórias como a da casinha que fizeram pra eu morar.

Casinha colorida, uma beleza de lugar,

para que eu, ainda menino, 

como um passarinho, aprenda a voar!

 

Aos poucos vou postando as novas peripécias dos mosqueteiros na nossa Mantiqueira.

2010 como a gente quer

Totalmente sem tempo para descrever o que espero de 2010, deixo aqui meus votos de felicidades para vocês no novo ano que se inicia.

Que 2010 seja MARAVILHOSO para todos nós!

E, como disse minha sábia amiga Jana,

“… que possamos vencer cada dificuldade com paciência, amor e determinação. E que possamos sentir o gosto das conquistas e vitórias com gratidão e humildade.”

Beijos enormes a todos que acompanham os Três Mosqueteiros

Com carinho,

Família Strauss

O que é meu é seu

“O grande segredo para a plenitude é muito simples: compartilhar.”
Sócrates

No meio do caminho tinha um colchão

No comecinho do inverno os meninos ainda engatinhavam e tivemos a idéia de colocar o colchão de hóspedes na “antiga” sala de TV – que hoje está mais para brinquedoteca -, local preferido dos mosqueteiros.

O tempo passou e o colchão continua lá.  Os meninos pulam do sofá pro colchão, do colchão pro sofá. Fizeram da sala um circuito! Ali os meninos aprenderam a dar cambalhotas e é ali que eles dormem à tarde. Eles gostam de sentar na beirada do colchão para assistir TV e ali ficam até outra coisa virar foco de atenção.

Também é na sala de TV que eles brincam à noite ou quando chove. Não tem jeito, quando se tem trigêmeos, algum canto da casa tem que virar parque de diversões.

Para quem quiser fazer o mesmo, vale lembrar que o lençol deve ser com elástico para não ficar saindo e deve estar sempre limpo.

Só quero ver quando é que eu vou conseguir tirar esse colchão dali!

E por falar em pirulito…

Essa é a nova mania dos mosqueteiros. Adoram pirulitos! E já sabem pedir. Os únicos proibidos são os recheados com chiclete.

Para nós, adultos, mais gostoso do que qualquer pirulito é ver o vovô Luiz  e a vovó Lena colocarem os três no carro e saírem SÓ para comprar pirulitos para eles. Isso não tem preço!

Vovô e vovó, nós amamos vocês!

 

Eu só quero chocolate

Oscar, Antônio e Joaquim curtindo os pirulitos de chocolate que ganharam da família Becker.

Huuuummmmm… Que delícia!

 

Nosso Natal

 

Ufaaaa!… Como foi movimentado esse Natal! Só agora estou tendo um tempinho para o blog. A única coisa que resta, agora, é o Caco e o Gui fazendo um sonzinho lá embaixo (no momento, Coldplay). E isso vai longe… O importante é que, depois de toda a festança destes dois dias, os meninos estão em seus berços dormindo como anjinhos e a casa já está ordem novamente.

Fizemos a ceia aqui em casa ao invés de na casa da vovó e, assim como no ano passado, foi tudo perfeito – comemos, demos risadas, brindamos, rezamos.  Lá pelas tantas Papai Noel veio nos visitar. Só que ele não desceu pela chaminé. Ele simplesmente bateu na borta e foi recebido pelos meninos que ficaram encantados, mas com um certo medinho. E não era pra menos, esse Papai Noel continua bizarro! De óculos escuros, pelo menos dessa vez ele se lembrou de trocar o tênis pela bota!

Apesar do medo, ninguém chorou, os meninos pegaram os presentes das mãos do Papai Noel, abriram, brincaram… Muuuitos brinquedos saíram do saco do bom velhinho. Vovôs, vovós, titias e titios capricharam! Depois da farra, os meninos foram dormir com a Rosi (ajudante da noite) e a festa dos adultos continuou até tarde.

Hoje, os três brincaram a manhã inteirinha e dormiram bastante à tarde. Passeamos e depois recebemos a visita do Fábio, da Karina e da Júlia. E não é que de repente Antônio aparece puxando a bota do Papai Noel pelo cadarço. Papai Noel Cinderelo, esqueceu a bota aqui em casa… O pior é que Antônio levou a bota direto para o Caco. Será que ele achou o Papai Noel de ontem parecido com o pai dele? ;-)

Enfim, nosso Natal foi assim, maravilhoso, com amor, afeto e aconchego aquecendo as nossas almas. 

Para terminar, quero agradecer as mensagens carinhosas que recebemos e desejar a todos um Natal especial, assim como foi o dos mosqueteiros. Que Jesus esteja presente em nossos corações hoje e em todos os outros dias. Que Deus abençoe a todos nós e ilumine os nossos caminhos sempre.

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