Três Mosqueteiros

Minha Vida com os Trigêmeos

Arquivo de De 0 a 06 meses

Relendo Clássicos

 

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Ainda durante a gravidez, o tio Vitor deu de presente para os meninos livros com resumos de alguns clássicos. Eu e Caco devoramos todos! Moby Dick, Robin Hood, Os Três Mosqueteiros (daí veio a inspiração para o endereço do blog), entre outros. Li os livros como se estivesse lendo para os meninos (quando chegar a época e não em voz alta, claro). Quero que eles curtam cada uma dessas aventuras, que eles saibam de cor as histórias e os detalhes contidos nelas.  Mais do que isso, quero que um dia eles entendam as mensagens de cada conto como, por exemplo, o que Jonathan Swift  quis dizer quando escreveu “As viagens de Gulliver”…e pelo visto, acho que logo, logo estarão mergulhando no caminho da literatura…vejam só a foto!!!!!!

Noite de Natal

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Ahhhh, o Natal!!! Época de festa em famlia, castanhas e peru na mesa. E como não poderia faltar, este ano contamos com a presença do “papai” Papai Noel. As crianças estranharam um pouco as feições deste bom velhinho, saído diretamente do Bronx, com seus óculos escuros, cabelos mal cortados e barba empoeirada. Oscarzinho gostou da farra como podemos observar na foto. Joaquim ficou indiferente. Antônio teve quase uma síncope. Morreu de medo. Mas, convenhamos: eta, Papai Noel bizarro. Parecia personagem do filme do Zé do Caixão. Mas, valeu a bagunça. Ano que vem tem mais!!!!!!

Cada um no seu Quadrado

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A noite chega e é hora de dormir. Oscarzinho só dorme com a cabeça enfiada no protetor de berço, Antônio tem medo de escuro e Joaquim não gosta de luz. Agradar a todos é difícil, mas possível. Um pouco por sorte e um pouco por hábito, nossos meninos aprenderam a dormir só no berço, nada de colo. O segredo é respeitar as vontades e necessidades de cada um. Mimos como posicionar o Oscarzinho da maneira que ele gosta e manter meia luz no quarto são suficientes para que eles peguem no sono com tranqüilidade. Só o Joaquim é que, as vezes, dá um certo trabalho para dormir. Ele quer ficar rindo e brincando e fica com os olhinhos arregalados, parecendo uma corujinha. Aí, a gente tem que ter paciência até ele cansar. Então o mundo pode acabar e os três dormirão como anjinhos. Pelo menos pelas próximas quatro ou cinco horas.

Paninhos de Boca e de Bunda

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Ah, os tais paninhos… Se tem uma coisa que eu não sei mais viver sem é o paninho de boca e o paninho de bunda. Usa-se um paninho de boca a cada mamada. Vai dar mamadeira? Pegue um paninho na gaveta. Antigamente, para secar o leite que escorre da boca do neném durante a mamada usava-se uma fralda ou babador. Mas o paninho é muito mais prático. Menor que a fralda e mais leve que o babador, o paninho é uma mão na roda!

Já na hora de trocar as fraldas, são os paninhos de bunda que entram em ação. Em cima do trocador, usamos um lençol para forrar o colchãozinho, e para não sujar esse lençol em cada troca, colocamos em cima o paninho de bunda. Molhou de água, xixi, cocô, sujou de pomada? Basta trocar o paninho, o lençol ainda fica limpo para mais algumas trocas.

Minha mãe trouxe a idéia de Salvador, com o nascimento da minha sobrinha, Letícia. Não teve dúvida, mandou fazer 340 paninhos, metade para boca, metade para bunda. É super fácil fazer, basta dividir uma toalha-fralda em quatro partes iguais e dar o arremate nas bordas. A cor do acabamento é o que diferencia os paninhos de acordo com a função. Confira na foto, os de boca são xadrezinhos e lisos azuis, enquanto os de bunda são lisos de cores diversas.

Quem quiser pode dar ainda outra utilidade aos paninhos. Uma amiga falou que além dos de boca e bunda, o filho dela tem os “cheirinhos”, usados para agarrar e cheirar na hora de dormir. Aqui em casa, os “cheirinhos” são paninhos de boca limpinhos, macios e cheirosos…

Andar de Carro

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Resolvemos o problema do carro usando um carro que o vô Oscar já tinha. Cabem as três cadeirinhas e ainda tem lugar para a Cida (babá), que fica de frente para os bebês, brincando com eles, e recolocando as chupetas que caem. Todos gostam de andar de carro, ficam dando risadinhas. Só ameaçam um chorinho quando paramos nos semáforos. ;-)

Passeios

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Há algumas semanas fomos passear na praça pela primeira vez. Já tínhamos passeado várias vezes no condomínio, mas não na praça perto da casa dos avós maternos. O lugar está lindo, cheio de eucaliptos, brinquedos de madeira para as crianças e bastante espaço para caminhadas. Temos sorte de morar numa cidade linda, repleta de praças, parques e lugares legais para passear. Nem preciso dizer que os meninos foram a atração da tarde. A cada dois passos que dávamos vinha gente olhar, perguntar, conversar…  Perguntas como “São três?”, “São trigêmeos?”, puxavam papos e trocas de idéias. Lá ainda encontramos com o Fábio e com a Karina,  pais da Julia (foto) e padrinhos do Joaquim. O passeio foi uma delícia e pretendemos que se torne rotina. Os mosqueteiros se comportaram super bem, não choraram, deram risadinhas e até dormiram na volta pra casa.

Pé de Goiaba

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Plantamos uma goiabeira no quintal!!!

O combinado foi contratar um paisagista para arrumar o jardim, que só tinha um lindo gramado. Mas antes de qualquer projeto paisagístico e decorativo decidimos plantar uma goiabeira no cantinho do quintal. Escolhemos o cantinho para sobrar bastante espaço para os meninos jogarem futebol. E escolhemos uma goiabeira por atrair bastante passarinhos. A idéia é que a árvore cresça junto com os mosqueteiros.

No fundo, o motivo de termos trocado o apartamento por uma casa não foi só o espaço, mas a liberdade  e as possibilidades que a casa nos proporciona. É lógico que queremos que nossos filhos joguem vídeo-game e assistam a todos os filmes possíveis. Mas acreditamos que a vida é muito mais do que isso. Pretendemos ensiná-los que mais gostoso do que ficar trancado num quarto ou sala, é ver  formigas, joaninhas e minhocas. Queremos ensiná-los que nada é mais precioso do que ler um bom livro sentindo um leve ventinho no rosto, ouvindo pássaros, à sombra de uma árvore… e vê-los pisar na grama cercados de verde todos os dias será maravilhoso.

Papos e Risadinhas

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Uns dias antes de completarem três meses, os mosqueteiros se tornaram mais interativos. Cada um no seu tempo, eles começaram a dar risadinhas e fazer barulhinhos como se quisessem conversar com a gente. A emoção é indescritível. Cada sorriso, cada gritinho de alegria, cada gargalhadinha… O gostoso é que cada um tem a sua voz. A gente já reconhece de longe quem está rindo, brincando ou reclamando. Isso era um pouquinho mais difícil há um mês atrás quando a única maneira de comunicação que eles tinham eram o choro. De manhã é uma festa! Eles já acordam de bom humor e querendo companhia. E a gente é que se cuide para estar sempre bem disposto e permanecer com pique o resto do dia.

Rock Concert #1

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Numa segunda-feira, deixamos os mosqueteiros com vovô e vovó e fomos ao show do REM. Via Funchal lotado, cadeiras marcadas no mezzanino, cervejinhas sendo servidas e um belo show rolando…Para mim, foi o melhor show de todos os tempos!

Durante os dias anteriores ouvimos muito REM com os meninos. Deu pra saber quais as músicas preferidas de cada um. O Oscarzinho, por exemplo, faz biquinho para fazer barulhinhos, cantando junto “(Don’t Go Back to) Rockville”. Na foto, ele não estava curtindo muito porque na hora estava tocando “Shinny Happy People”.

Durante o show pensamos muito em cada um deles, imaginamos quando eles poderão curtir esses momentos com a gente. Será que um dia poderemos levá-los nesses programas ou eles terão vergonha de irem com pais a shows de rock? Além disso, conseguimos descansar da rotina. Curtimos a noite inteira. Deu para recompor as forças para voltar à maratona de mamadeiras e fraldas. Foi ótimo!

Vale aqui uma observação. O tio Gui se mostrou um  tio super coruja porque as fotos que ele tem dos meninos no celular dele fizeram o maior sucesso. Nem papai nem mamãe têm fotos tão lindas no celular para mostrar por aí…

Visitas

Esta é uma época inevitável, ainda mais se tratando de trigêmeos que é novidade no pedaço. Graças a todos os santos, as visitas respeitaram o período de adaptação das crianças em casa. Eu fiquei muito preocupada em ter que fazer sala pro pessoal, enquanto tinha milhares de coisas para preparar para os bebês. Isso me asustou muito no começo. Depois que a estrutura que montamos começou a funcionar como maquininha, começamos a receber os familiares aos poucos. Agora já estamos bem seguros para ter nossos amigos próximos. Lógico que a dica que eu posso dar é fazer uma agendinha mental para que não apareçam todas as pessoas do mundo no mesmo final de semana. Assim o café acaba!!!! E já que “soldado no quartel ou quer trabalho ou quer cadeia”, as visitas acabam pondo a mão na massa…literalmente!!!!! A única coisa que ainda não descobrimos é o seguinte mistério: porque as crianças começam a chorar ao mesmo tempo quando todas as visitas vão embora e só sobram nós dois?!!!!

Sentidos

Dizem que depois que as crianças nascem, os sentidos das mães simplesmente afloram de uma maneira indescritível. Escutam um alfinete cair no chão a 20 metros de distância, sentem o aroma das azaléas do jardim trancadas dentro de casa, percebem até pensamento!!!! Triplique isso e estamos falando da mãe de trigêmeos. Isso facilita bastante nosso trabalho, quando estamos longe do quarto das crianças (super audição), quando o bebê chora sem motivo (super olfato – certamente é cocô!!!), apreciação de almoços de 5 minutos (super paladar), sujeirinhas imperceptíveis a olho nu dentro do nariz dos bebês (super visão), facilidade nas técnicas de produção de arroto (super tato). Não sei até quanto tempo vão durar estes super poderes, mas que dá um alívio virar super heroína de vez em quando…isso dá!!!!

Sono

Dizem que o sono é um dos pilares da boa saúde. Concordo plenamente. Entretanto, descobri que as mães de trigêmeos (e as avós!!!) tem anticorpos preparados para que a falta de sono não afete o rendimento do dia. Estarmos atentas aos mínimos chorinhos que aparecem as duas da manhã faz parte da rotina trigemelar. É bem reconfortante saber que além de mim, tem mais gente de olhos arregalados de madrugada. Apesar de termos uma enfermeira que fica dia sim, dia não nas noitadas, minha sogra tem sido uma super heroína, e cuidado das crianças enquanto eu tiro meus cochilos noturnos nos dias que a enfermeira não vem. Até meu cunhado entrou na dança, sem contar nos finais de semana, quando minha cunhada e seu marido nos ajudam. Tudo para garantir o sono tranquilo do meu marido…alguém precisa trabalhar em casa!!!!

Banho

Ahhh, a hora do banho. Nove entre dez perguntas que nos fazem é sobre o banho nos bebês. Sim…é como se fosse linha de produção. Sim…precisa de mais uma pessoa pra ajudar, senão fica inviável. Sim…a criançada é apaixonada por água!!!!! É um dos momentos de maior alegria em casa.

Os deuses da higiene nos ajudam a organizar toda a parafernália para que a criançada fique o mais a vontade possível. Uma pessoa é responsável pela criança, tirar a roupinha, carregá-la até a banheira, passar o shampoo e o sabonete, virar a criança de costas, passar o algodãozinho no bumbum, tirar a criança da água, enxugá-la, vestí-la e penteá-la.

A outra pessoa fica responsável pelo aquecimento da água da banheira, a gestão do sabonete e do shampoo, a separação do algodãozinho do bumbum, a preparação da toalha, o esvaziamento da banheira, a assepsia da banheira com álcool, para deixar pronto para o próximo banho que vem em sequência.

Viu só como é fácil?!

Joaquim

Joaquim Villela de Andrade Strauss, nome de imperador, é o caculinha da moçada. Ele é o menorzinho dos três. Esta com 4kg, mas nem por isso ficou baixinho. Tem a mesma altura dos outros. Por ter uma constituição esbelta e o rosto lindo da mamãe, pode ser um modelo fotográfico, ou então, um grande pianista por ter os dedos finos do pai. É um grande observador e já deve conhecer grande parte do vocabulário português, inglês, francês e hebraico. Só falta falar. Provavelmente será o terror das menininhas, por ser carequinha e é dos carecas que elas gostam mais. Pelo longo tempo que ficou no hospital fez milhares de namoradinhas, desde bebezinhas apaixonadas a enfermeiras fanáticas pelo seu carisma e beleza. É o Bruce Willis da família.

Oscar

Oscar Strauss Neto, filho de Oscar Baracho Strauss, neto de Oscar Strauss Filho, bisneto de Oscar Strauss. É a quarta geração de Oscares Strauss na família. Já carrega um peso secular de honrar as proezas familiares destes homens fantásticos. Sem condições de escolha, já foi entitulado Oscarzinho, herdando o apelido do pai e do avô. Outra característica desta herença é a carinha de sem vergonha que ele faz quando atendemos aos seus chorinhos de birra. Os Oscarzinhos costumam ser bem sociáveis, simpáticos, mas quando irritados, explodem em um choro de proporções estratosféricas. Provavelmente será cantor lírico ou chefe de linha de produção. Oscarzinho também já tem 5 kg, e é o irmão do meio, nem por isso deixa de começar o coro dos chorinhos lá em casa. Tem toda a pinta de que vai liderar as bagunças.

Antônio

Antônio Villela de Andrade Strauss, 2 meses, 20 dias e algumas horas a mais, 5 kg, pele clarinha, olhos azuis da cor da camisa do São José (o time da nossa cidade). O nosso primogênito. Nasceu primeiro por pura sorte de estar próximo a saída. É uma crinaça de uma calma exemplar. Completamente diferente dos pais. Tranquilo e educado, um gentleman, aguarda pacientemente os irmãos tanto nas trocas de fraldas, como nas mamadas. Sei que é um pecado imaginarmos o futuro dos guris, mas pelo andar da carruagem, este meninão vai ser um exemplo de paciência e tolerância. Tem vocação pra monge budista. Não digo que tenha a vocação para o celibato, porque ele é lindo demais. Quem não se lembra daquela novelinha Pássaros Feridos, do SBT, com Richard Chamberlain no papel de padre que não aguenta as investidas da mocinha do filme. Este é o Antoninho, carinhosamente conhecido como Angu (quando ele chora temos a ligeira impressão de que ele fala “angu”). O legítimo Cavalheiro!!!! 

Apresentações

Depois de alguns meses preparando o blog com bastante carinho para a família, os curiosos e as mães com dúvidas sobre como lidar com casos de gêmeos ou mais, faltou algo crucial para o bom entendimento da dinâmica dessa família pouco usual. Apresentar os bebês!!!!! Nos próximos capítulos eu deixo um comentariozinho sobre cada um deles. As mães acham que por serem trigêmeos vão ser iguaizinhos…ledo engano. Cada um tem um temperamento completamente didferente, o que deixa mais desafiador o papel de mãe: conhecer as particularidades de cada um, sem esquecer dos outros. É um exercício diário, difícil, mas recompensador. Aos poucos nós vamos conhecendo cada pedacinho dos meninos. E agora é hora de vocês conhecerem um pouquinho deles!!!!

Relatos do Vovô

E-mail do vovô Luiz (foto) contando a epopéia para o resto da família!!!!

“Pessoal, aqui a situação está um barato, acho bom vcs virem aqui ajudar a trocar as fraldas e etc. Caso vcs não queiram trocar as fraldas, a gente pode dar o privilégio de dormir com eles à noite e levantar de 3 em 3 horas para dar mamadeira. É mole fazer isto, é só dar a mamadeira para o 1º e colocar para arrotar, aí dá para o 2º e coloca para arrotar tb, aí vem o 3º e quer mamadeira tb, vc dá e coloca para arrotar tb, tudo rápido, quando vc vê já se passaram as 3 horas que vc tinha para dormir e está na hora de levantar e dar mamadeiras de novo, começando pelo 1º em diante, no mesmo processo, com o agravante de que neste intervalo eles já se cagaram todos, mijaram e golfaram, tudo sujo e uma gritaria danada. É só trocar as roupas de cada um e começar as mamadeiras novamente.
A esta altura eles estão aos berros, exigindo aos gritos que a gente ande mais depressa com esta burocracia de esquentar as mamadeiras e tirar e colocar paninhos de boca e bunda aqui e ali. Eles são ótimos, práticos e objetivos, as coisas têm de estar prontas rapidinho, senão eles cobram os seus direitos e caso não sejam atendidos, quando vc tira a fralda de um recebe uma mijada nos peitos e uma cagada na roupa, complicando tudo, porque aí tem que trocar as roupas deles e as suas.
Um encanto, uma maravilha todo este processo, vcs tem que vir aqui ver de perto como é boa esta ginástica, emagrece e dá olheira rapidinho. Vc fica com aquele ar de besta, todo cagado, todo mijado, com olheiras de cansaço e um riso idiota de felicidade no rosto. A Lena está adorando.
Bjs. Luiz Fernando”.

E aí, deu pra ter uma idéia de como anda a rotina da casa???

Entrei na Calça Jeans

Há duas semanas peguei coragem e experimentei minhas roupas que estavam guardadas. Algumas ficaram um pouco apertadas, mas outras couberam direitinho. Nem acreditei. Um mês depois do parto e eu já estou usando as roupas que usava antes de engravidar.

Não me pesava desde a última consulta médica. Havia engordado 21 kgs. Hoje, 50 dias após o nascimento dos meninos, fui ao ginecologista e fiquei sabendo o meu peso. Perdi 22 kgs!!!

Bom, voltei ao peso que tinha antes de engravidar, mas não ao mesmo corpo. A barriga ficou mole e o quadril mais largo. O importante é que perdi o que eu ganhei na gravidez. E perdi rápido! Talvez porque esteja correndo muito com os bebês.

Enfim, para voltar à forma… nada que caminhadas e abdominais não resolvam! Basta força de vontade e tempo.

Volta ao Trabalho

Essa semana, quando os meninos completam um mês e meio, volto a trabalhar. Como sou psicóloga e tenho meu próprio consultório, posso voltar aos poucos, agendando meus pacientes para horários mais adequados. Minha mãe, minha sogra e a tia Alda se revesam e ficam com a Cida e com a Kátia cuidando das crianças enquanto vou trabalhar. E tem sido muito bom sair de casa e ir retomando a vida.

A volta ao trabalho não está sendo difícil como ouvi falar que seria. Não tenho sentido culpa, nem medo, nem aperto no coração… Pelo contrário, tem sido gostoso sair um pouco da rotina de cuidados com os bebês.  Talvez porque eu possa ficar apenas algumas horas longe deles e não o dia inteiro como a maioria das mães que trabalham fora.

Além disso, sei que tudo corre bem enquanto eu não estou em casa, pois os bebês estão com pessoas em quem confio plenamente, e isso faz toda a diferença.

Na foto podemos até sentir todo o carinho que a tia Alda tem pelos mosqueteiros. Obrigada “vó” Alda!

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