Três Mosqueteiros
Minha Vida com os TrigêmeosArquivo de De 12 a 18 meses
18 meses!!!
Vivaaaaaa!!!! Ôbaaaaaaa!!!! Ontem os meninos completaram 18 meses de vida!
E a comemoração foi em grande estilo: primeiro dia na escola – ou “scóia”, como diz o Oscarzinho.
Colocá-los tão cedo na escolinha não estava nos nossos planos, mas uma das nossas ajudantes que mora com a gente terá que ir embora e pensamos que esta seria a melhor solução. Foi uma decisão difícil porque além das crianças ainda serem muito novinhas, elas ficam super bem com as babás… mas com uma ajudante a menos em casa ficará complicado. Por isso, aproveitamos para experimentar um novo esquema.
Escolhemos com todo cuidado e a escola escolhida é incrível! Tem tudo para dar certo. Só não me conformo com o termo “berçário” (eles estão no B II B III, depois vem o B III e só então o Infantil) porque acho que eles já estão grandes e espertos demais para ficarem num “berçário”. rs Coisa de mãe coruja! rs rs rs
Enfim, ontem eles foram para o colégio pela primeira vez e estão se adaptando super bem. Assim, depois das férias, quando eu voltar ao trabalho, a casa já estará com uma nova rotina estabelecida.
Parabéns para os mosqueteiros pelos 18 meses e pelo primeiro dia de aula!!!
Lá no pé da serra
Vim de lá do pé da serra e acabei de chegar,
mais livre, solto, com mil histórias pra contar.
Histórias como a da casinha que fizeram pra eu morar.
Casinha colorida, uma beleza de lugar,
para que eu, ainda menino,
como um passarinho, aprenda a voar!
Aos poucos vou postando as novas peripécias dos mosqueteiros na nossa Mantiqueira.
2010 como a gente quer
Totalmente sem tempo para descrever o que espero de 2010, deixo aqui meus votos de felicidades para vocês no novo ano que se inicia.
Que 2010 seja MARAVILHOSO para todos nós!
E, como disse minha sábia amiga Jana,
“… que possamos vencer cada dificuldade com paciência, amor e determinação. E que possamos sentir o gosto das conquistas e vitórias com gratidão e humildade.”
Beijos enormes a todos que acompanham os Três Mosqueteiros
Com carinho,
Família Strauss
O que é meu é seu
“O grande segredo para a plenitude é muito simples: compartilhar.”
Sócrates
No meio do caminho tinha um colchão
No comecinho do inverno os meninos ainda engatinhavam e tivemos a idéia de colocar o colchão de hóspedes na “antiga” sala de TV – que hoje está mais para brinquedoteca -, local preferido dos mosqueteiros.
O tempo passou e o colchão continua lá. Os meninos pulam do sofá pro colchão, do colchão pro sofá. Fizeram da sala um circuito! Ali os meninos aprenderam a dar cambalhotas e é ali que eles dormem à tarde. Eles gostam de sentar na beirada do colchão para assistir TV e ali ficam até outra coisa virar foco de atenção.
Também é na sala de TV que eles brincam à noite ou quando chove. Não tem jeito, quando se tem trigêmeos, algum canto da casa tem que virar parque de diversões.
Para quem quiser fazer o mesmo, vale lembrar que o lençol deve ser com elástico para não ficar saindo e deve estar sempre limpo.
Só quero ver quando é que eu vou conseguir tirar esse colchão dali!
E por falar em pirulito…
Essa é a nova mania dos mosqueteiros. Adoram pirulitos! E já sabem pedir. Os únicos proibidos são os recheados com chiclete.
Para nós, adultos, mais gostoso do que qualquer pirulito é ver o vovô Luiz e a vovó Lena colocarem os três no carro e saírem SÓ para comprar pirulitos para eles. Isso não tem preço!
Vovô e vovó, nós amamos vocês!
Eu só quero chocolate
Oscar, Antônio e Joaquim curtindo os pirulitos de chocolate que ganharam da família Becker.
Huuuummmmm… Que delícia!
Nosso Natal
Ufaaaa!… Como foi movimentado esse Natal! Só agora estou tendo um tempinho para o blog. A única coisa que resta, agora, é o Caco e o Gui fazendo um sonzinho lá embaixo (no momento, Coldplay). E isso vai longe… O importante é que, depois de toda a festança destes dois dias, os meninos estão em seus berços dormindo como anjinhos e a casa já está ordem novamente.
Fizemos a ceia aqui em casa ao invés de na casa da vovó e, assim como no ano passado, foi tudo perfeito – comemos, demos risadas, brindamos, rezamos. Lá pelas tantas Papai Noel veio nos visitar. Só que ele não desceu pela chaminé. Ele simplesmente bateu na borta e foi recebido pelos meninos que ficaram encantados, mas com um certo medinho. E não era pra menos, esse Papai Noel continua bizarro! De óculos escuros, pelo menos dessa vez ele se lembrou de trocar o tênis pela bota!
Apesar do medo, ninguém chorou, os meninos pegaram os presentes das mãos do Papai Noel, abriram, brincaram… Muuuitos brinquedos saíram do saco do bom velhinho. Vovôs, vovós, titias e titios capricharam! Depois da farra, os meninos foram dormir com a Rosi (ajudante da noite) e a festa dos adultos continuou até tarde.
Hoje, os três brincaram a manhã inteirinha e dormiram bastante à tarde. Passeamos e depois recebemos a visita do Fábio, da Karina e da Júlia. E não é que de repente Antônio aparece puxando a bota do Papai Noel pelo cadarço. Papai Noel Cinderelo, esqueceu a bota aqui em casa… O pior é que Antônio levou a bota direto para o Caco. Será que ele achou o Papai Noel de ontem parecido com o pai dele?
Enfim, nosso Natal foi assim, maravilhoso, com amor, afeto e aconchego aquecendo as nossas almas.
Para terminar, quero agradecer as mensagens carinhosas que recebemos e desejar a todos um Natal especial, assim como foi o dos mosqueteiros. Que Jesus esteja presente em nossos corações hoje e em todos os outros dias. Que Deus abençoe a todos nós e ilumine os nossos caminhos sempre.
Mãe arteira, filhos artistas, de novo!
Quando os meninos estavam com 8 meses carimbamos os pezinhos. Hoje, foi a vez das mãozinhas.
Eles amaram brincar com a tinta guache. O problema é que eles queriam carimbar tudo. Um, dois, três e pááá! Mãozinhas eram estampadas em tudo o que viam pela frente.
Só não consegui fotografar o Joaquim porque ele corria pra todo lado, sujando tudo. Então foi aquela confusão. Além disso, no início, Joaquim ficou um pouco assustado com a tinta vermelha. Será que ele achou que era sangue? Será que ele sabe o que é sangue???
Depois da bagunça, só um bom banho de mangueira com sabão e bucha para limpar os danadinhos. E mesmo assim, à tarde ainda achei tinta atrás da orelhinha do Antônio e no suvaco do Oscarzinho.
Que delícia de sujeira! Já as obras de arte vão para a porta da geladeira fazer companhia para os pezinhos!
Na mesma praça…
Essa pracinha que os meninos frequentam é ótima. Super limpa e organizada, nem parece que é frequentada também por muitos cachorrinhos. Os mosqueteiros adoram!
Os três se aproximam dos cãezinhos sem medo nenhum. Fazem carinho e falam “ooooiii”. Mas gostam mesmo é de correr com eles. O mais engraçado é o Antônio, que se abaixa, como se fosse abraçar e beijar o cachorro, se aproxima e rapidamente vira e sai correndo, morrendo de rir, lógico. Ele faz isso para provocar e chamar os bichos para a brincadeira.
Pena que ainda não consegui filmar os três brincando com cachorrinhos, mas assim que tiver uma oportunidade vou fazer isso. Dessa vez, tentei pegar Antônio se abaixando, mas só peguei o “ou-ou” (isso mesmo, não é “au-au”, é “ou-ou”, com “o”) correndo atrás dele. Fico devendo essa, porque é imperdível!
Segunda na praça
Apesar do calor, os fins de tarde no verão têm sido deliciosos! E nesta segunda-feira, quase véspera de natal, não foi diferente.
Por isso, tio Junior e tia Erica não perderam tempo. Mal chegaram de Jundiaí e logo levaram os meninos para brincar na pracinha. Ficaram lá até anoitecer.
Pelas fotos dá pra ver que a farra foi muito boa!
E a paixão continua
Cavalo ainda é “cacá” e a paixão continua a mesma.
Os mosqueteiros adoram quando aparece algum equino em livrinhos, em revistas ou na televisão. Ao vivo, então, é uma loucura. O entusiasmo deles com esses bichos é demais!
Nas fotos, Antônio e Oscar no colo da mamãe e Joaquim batendo um papo (sério, ele estava conversando!) com seu amigo na baia.
Registro sem explicação
Não posso deixar de registrar aqui o que estou sentindo agora.
Cadê os meus bebês????
Eu tinha três e agora não tenho nenhum!
Eles estão crescendo… em mim o que cresce é uma mistura de alegria, deslumbramento e saudade… besteira tentar explicar. Só quem sente ou já sentiu isso sabe do que eu estou falando…
Aí vai, então, uma foto tirada há exatamente um ano, quando eles estavam com 4 meses e meio.
Assentos seguros
Ôbaaaaa!!! Vovô Oscar e vovó Eliana combinaram com o Papai Noel e nos deram as novas cadeirinhas para o carro!
Quem tem trigêmeos sabe como é complicado acomodar todo mundo no carro (já falei sobre isso aqui no blog algumas vezes – veja este e este outro post)-, e desde que os meninos nasceram, usamos bebês-conforto próprios para este fim (foto de cima).
Mas, como eles estão perto dos 13 kg, chegou a hora de trocá-los por assentos de segurança. Foi difícil achar um modelo que coubesse no carro porque são 3 assentos no banco de trás. Mas a Santa Paciência, a Santa Internet e a Santa Aline (mãe do tri-alegria) nos ajudaram.
Os meninos adoraram! Agora sim eles podem apreciar a paisagem de frente e aproveitar mais as idas e vindas de carro.
Obrigado vovô e vovó! Valeu a dica, Aline!
Diversão radical
“Meu Deus, menino, assim você se machuca!”
Joaquim pede mais e lá vai Antônio, com sua força descomunal, empurrar a “minhoca-quase um barco viking” do Joaquim.
E, ali por perto, a gente torce para não escutar nada além das gargalhadas dos dois.
Fazer o quê? São meninos e brincam como meninos.
A sorte é que, pelo menos até até agora, nenhum acidente mais grave aconteceu.
Cuidadoooo!!!!
Reparem no cuidado que Joaquim e Oscar mostram ao segurar uma parte de um brinquedo que quebrou. Antônio vem logo atrás para saber o que aconteceu.
Dá até dó. Parece que eles se perguntavam “será que tem jeito???”.
E a resposta foi: “Bom, filhos, não conseguimos reencaixar a peça na mesa de atividades, mas ela ainda toca música, olhem que legal!”
Ficaram satisfeitos.
E assim eles encaram suas primeiras perdas…
Cada um é um
Os três estão cada vez mais diferentes um do outro, principalmente quando o assunto é brincadeira.
Joaquim é um destemido, não tem nojo de nada. Adora bagunça e se sujar é com ele mesmo. Ama bichinhos, flores, plantas. Curte brincadeiras radicais, como enxergar o mundo de cabeça para baixo e ser jogado para o alto (beeem alto) pelo papai.
Antônio vive dando risada e é super expansivo. Chama as pessoas e os irmãos para a farra e está sempre de bom humor. Tudo é festa. Topa tudo. Adora gritar, principalmente quando gosta de alguma coisa em especial.
Oscarzinho é mais sério, suas brincadeiras são mais “intelectualizadas”, gosta de jogos de encaixe e não curte muito se sujar. É mais na dele. Tem sentidos super aguçados, cheira tudo quanto é novidade (não vive sem perfume, aliás “purrrum”) e tem ótimo ouvido para música.
Mas os três se dão muito bem e gostam de brincar juntos. São super doces e carinhosos e têm gargalhadas deliciosas. Adoram beijos, chamegos, cosquinhas, abraços e amassos. Ah, e são dançarinos de primeira!
Cheio de onze horas
Os três adoram flores! “Flor” (aliás, “Rorrrrr”) foi até uma das primeiras palavras que tentaram falar.
No início eles pagavam as flores de qualquer jeito, até as machucavam. Os canteirinhos iam ficando destruídos. Até que, com um certo esforço nosso, eles entenderam que as flores merecem carinho. Hoje, eles fazem carinho, cheiram, regam e até conversam com as plantinhas.
Vejam na foto as onze horas sendo cuidadas pelo jardineiro Joaquim, do jeito dele, claro.
Calçados
Aqui em casa temos o hábito de não subir a escada com sapatos nos pés. Por higiene e para não levar energia ruim da rua, sei lá, evitamos subir calçados. Os vovôs e as vovós quando chegam, então, tiram seus sapatinhos e deixam ao lado da porta de entrada ou na sala ao lado da escada.
Quando os meninos percebem que tem sapatos dando bobeira, eles vão lá e fazem a festa. Adoram calçar sapatos diferentes e sair andando com eles. Quando o sapato tem salto a aventura é melhor ainda! Plataforma, então…
Nas fotos acima, Antônio e Oscar desfilando na cozinha com os sapatos do vovô e da vovó.
O mais bonitinho é ver quando calçam havaianas trocadas e encaixam os chinelos nos dedinhos errados, como mostra Antônio na foto ao lado.
Eles se devertem e se acham lindos. E, cá pra nós, são mesmo.
Ah, claro que as visitas são dispensadas dessa nossa mania e podem subir calçados, descalços, como quiserem.
Pesos e Medidas

Tudo em ordem com os mosqueteiros!
PESO (Kg)
Oscar: 10,5
Antônio: 12,45
Joaquim: 10,5
ALTURA (cm)
Oscar: 76,5
Antônio: 84
Joaquim: 80,5
































Christiana Strauss, psicóloga clínica e professora universitária, mãe dos trigêmeos.
Oscar, Antônio e Joaquim
nascidos em 20 de julho de 2008