Três Mosqueteiros
Minha Vida com os TrigêmeosArquivo de Mamãe e Papai
Somos todas Maris
Pausa nos posts sobre os meninos. O que eu quero agora é compartilhar com vocês (é pra isso que a gente tá aqui, né?) esse texto incrível que, apesar de ter sido publicado há uma semana, só agora pude ler.
Leiam, se inspirem e sejam felizes de verdade, não só como mães, que é pouco!
Aqui está o (Anti)Post confessional de Dia das Mães por Mari Zanotto (não a conheço, mas curto muito algumas coisas que essa moça fala).
Atenção especial à analogia no final… perfeita!
Festa do Dia das Mães



A festa do Dia das Mães da escola já aconteceu e foi linda!!!
Filmamos, fotografamos e registramos tudinho na memória e no coração! Mas não vou publicar porque aparecem muitos amiguinhos, pais… então, ficam as fotos dessa pole dance nos mastros das bandeiras no estacionamento, no finzinho do espetáculo.
Filhos, adorei, vocês estavam lindos e nos encheram de orgulho!
Obrigada por mais este dia das mães! Amo amo amo vocês!
Quando o galo canta

Os meninos sempre gostaram de acordar cedo. Durante a semana isso é ótimo porque não dão trabalho nenhum. Levantam numa boa (geralmente os três juntos), se arrumam arrumo os três e lá vão eles, felizes da vida e bem dispostos para a escola. Mas no fim de semana a coisa complica. Não temos compromisso cedo e gostamos, precisamos e merecemos acordar um pouco mais tarde. E é aí que a coisa complica.
A gente sempre foi dando um jeitinho para não sofrer tanto com essa coisa de acordar com o galo cantando aos sábados e domingos. Quando a Jê e a Li moravam com a gente, elas acordavam antes dos pintinhos e a gente nem se dava conta do trio nas primeiras horas da manhã. Logo depois chegava a Cida para reforçar o time e ficávamos ainda mais sossegados.
Já teve época também em que a Rosi se encarregava de cuidar do trio logo cedo. Hoje, essa nossa ajuda chega um pouco mais tarde e apenas um dia no fim de semana. O esquema tem sido mais do que suficiente porque os meninos continuam acordando cedo, mas agora já se viram sozinhos até a Rosi chegar.
Levantam, sempre batendo o maior papo, vão para a sala de brinquedos e ficam lá brincando ou assistindo TV/DVD. Já sabem que de manhã cedinho não devem fazer barulho (não ligam alguns brinquedos barulhentos nem tocam instrumentos) e por isso, evitam brigar ou gritar antes da gente se levantar. Às vezes fico na cama dando risada das brincadeiras, das conversas, das tentativas deles de resolverem seus conflitos de forma adulta e civilizada – uns fofos!
A única coisa que ainda preciso fazer ao acordarem é preparar o leite. Logo logo, nem isso faremos mais e temos que concordar com comentários do tipo “O pior já passou, né?!”. Sim, o pior já passou (não vou ficar aqui fingindo que três bebês não dão trabalho). O trabalho diminuiu, preocupações sempre vão existir, mas que eles vão ficando mais independentes, isso é fato.
Por exemplo, tirei essa foto num domingo bem cedinho, depois voltei pra cama pra curar a ressaquinha dormindo mais um bocado com o Caco, enquanto eles ficavam ali esparramados no sofá curtindo a preguiça por um bom tempo. E tem sido assim, da nossa maneira, do nosso jeitinho, pelo menos por enquanto.
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Ah, meninas, estaria sendo injusta se não comentasse aqui que o marido sempre ajudou e ajuda muuuito. Caco já trocou muita fralda e já deu muita mamadeira mesmo capotando de sono – paizão!
I want my kids to fail

Toda vez que saio da página do blog entra uma página do wordpress com os blogs mais comentados do dia, ou dos últimos dias, sei lá.
Hoje dei de cara com esse, não resisti e fui conferir. Sabe aquelas coisas que a gente lê e vê todo sentido, mas tem medo até de saber ou de se lembrar quem é o autor para não contaminar a mensagem com idealismos que podem estar por trás, mas que no momento nem vale a pena pensar sobre? (Isso acontece com todo mundo? Acontece com vocês também, ou só comigo? Viajei? Posso justificar alegando que aqui no blog sou mais mãe do que psicóloga… a professora, então, passou longe!)
O fato é que gostei do que li, faz sentido para mim e pode fazer sentido para muitas mães também. Jú, isso tem um pouco a ver com o teu último post…
Enfim, leiam aqui. Espero que gostem.
Amar é






… ficar admirando os meninos na piscina. Durante a semana é diferente, sempre com hora pra festa acabar… Além disso, sem o papai a diversão não é a mesma. Como curtimos esse feriado! Até o Joaquim, que estava febril, manteve o maior pique.
Amo amo amo amo muito vocês quatro!
Os barbudos e os barbeiros

- Mãe, preciso de uma gilete.
- Precisa do quê, Antônio?
- De uma gilete, a minha barba tá muito grande.
- Ah, tá – dei a ele uma esponjinha vermelha – mas, filho, muito cuidado para não se cortar heim.
Eles sabem dos perigos de facas, tesouras, giletes e afins. Outro dia Oscarzinho perguntou se eu tinha um estilete, aprendeu na escola. Eu disse que sim, mas que estava guardado num lugar bem seguro porque era muito perigoso. Entendem bem o que pode e o que não pode, sabem com o que podem e com o que não podem brincar e respeitam as regras. Por isso, não vi problema algum entrar na brincadeira e ajudar o rapaz a fazer a barba.
Curtem muito ver o Caco fazendo a barba, parecem três macaquinhos ali sentados, olhando sem piscar, concentrados no que o pai faz. E se acham o máximo porque barba é coisa de menino. Os três têm esse interesse, também já peguei Oscarzinho fazendo sua barba de pasta de dente com a escova, e Joaquim com o rosto arranhado de tanto fazer sua barba com uma peça de lego.
Mas diz aí, não seria bom se os pelinhos dos papais (e os nossos!) fossem de espuma e saíssem assim com uma simples passada de esponja? (Sim, já experimentei aqueles cremes mas tenho medo da química utilizada e não aprovo. E sim, o barbeador do papai fica bem longe das mãozinhas dos barbeiros.)
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Falando em barba, lembrei do show do último fim de semana, que vale a pena recomendar. (Não percam a próxima vinda dos caras pro Br!) O que tem a ver uma coisa com a outra? O bigode do Freddie Mercury, claro! Clique e comprove, não parece que o cara ressucitou??? God Save the Queen! E God Save a Rosi, que ficou as crianças naquela noite!
E o Voldemort passeia ali por perto

Harry Potter chegou aqui em casa em livros emprestados, as crianças nem eram nascidas. Até que há umas semanas, num Sub Day, me deparei com a coleção completa por um quarto do preço. E como essas promoções duram pouco, muito pouco, e não nos permitem pensar muito, comprei para que os meninos lessem um dia, certa de que estava fazendo o melhor negócio de todos os tempos. Só depois do pedido feito e da transação aprovada parei para pensar. Quase me arrependi, pois me dei conta de que provavelmente quando estiverem lendo coisas desse tipo darão preferência para versões digitais. Bom, agora já foi, paciência. Os sete livros estão aqui aguardando pelo trio.
Naqueles dias, chegaram aqui em casa uns livros enviados pelo Itaú. Ótimos, bem melhores dos que os que banco mandou na primeira leva. Um deles, Chapeuzinho Amarelo, do Chico Buarque é perfeito para a fase que os meninos estão passando – andam com medo do Lobo Mau, dos montros, do robô mau dos Incríveis, etc. Ficaram fãs dessa Chapeuzinho! Leiam o livrinho e verão que a menina só perde o medo do Lobo quando o enfrenta e o transformaem Bolo. Genial!
Ainda com o Potter e o Você-sabe-quem na cabeça, lembrei que certa vez Dumbledore disse “Sempre chame as coisas pelo nome que têm. O medo de um nome aumenta o medo da coisa em si.” Comentei com o Caco sobre a relação entre a menina do Chico e o menino de Hogwarts e ele logo se lembrou da aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, onde o Prof Lupin ensina que para destruir o bicho-papão é preciso transformá-lo em algo engraçado. É ou não é a mesma lição aprendida pela Chapeuzinho? Basta concentração! Que Lobo Riddikulus!
Pronto, já não me arrependo mais de ter comprado os livros. Tenho que concordar com uma aluna querida que tentou – e conseguiu! – me consolar pelo gasto “Professora, foi um ótimo investimento!”. E foi mesmo.
Hoje a menina ensina o trio a lidar com seus medos, daqui a alguns anos, se aperfeiçoarão com as aventuras de Harry… não tem jeito, os medos sempre vão existir, e assim eles vão aprendendo a usar a razão para domar a emoção.
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Outros bons livros para aniquilar os medos são os da série Quem tem medo? (A girafa que tinha medo de altura, A coruja que tinha medo do escuro e O tubarão que tinha medo das profundezas) da Editora Ciranda Cultural – o trio aprovou!
Dia das crianças

Ontem à noite conversava com o Caco sobre o que as crianças vão ganhar no Dia das Crianças. Conversa vai, conversa vem, ficou decidido que não ganharão nada.
Tadinhos, também não é assim. No lugar dos presentes teremos um dia em família. Não que isso não aconteça sempre, acontece todos os dias, mesmo assim decidimos usar a data para curtir um momento família unida. Será um dia inteirinho coladinhos, só nós cinco. Vamos passear ao ar livre, passar longe do shopping (ih, e o Palavra Cantada que está no cinema, que está no shopping, ao lado da lanchonete do palhaço…? seráááá? sei não). Mas, fala sério, a idéia é ótima. Chique, não? Ultramoderna e anticonsumismo. Achei o máximo! Juropordeus que queria vivenciá-la plenamente, ou seja, sem presentes.
Mas, e agora, gente?! O que eu faço com os presentes que eu já comprei e simplesmente não tive coragem de contar para o marido o que eram? (muito menos o quanto custaram!) Sim, comprei, me arrependi, me desarrependi logo depois, pensei em devolvê-los, não dava mais e então os deixei lá, escondidos no quarto de hóspedes, longe dos olhos dos meus homens.
Amanhã enfrentarei as feras. Volto quinta para contar. Se eu não voltar foi porque deu errado e eu fiquei frustradíssima. Brincadeira, voltarei mesmo assim, principalmente porque precisarei desabafar.
Feliz dia das crianças! ( Sim, eu sei, mais infantil impossível, então podem me incluir nessa!)
Irresistible ideas

Foi por aqui que andei durante essa semana.
Explorei cada cantinho como um bichinho inspeciona o território – conferindo, checando, questionando, me surpreendendo, imaginando, me emocionando, me empogando para por em prática com os mosqueteiros algumas idéias completamente irresistíves. Estou entregue. E os links?! Universos a parte. Céus! Darei conta?
Gente, a visita vale a pena!
E antes que vocês me perguntem, não ganhei nadica pela propaganda do site – me perdi, me encontrei ali, gostei do que vi e quis dividir, só.
Imaginação de criança





Maridinho acabou de me enviar essas imagens. Demais, né? (são daqui)
Nada melhor do que muita imaginação de criança para amenizar a volta à vida real nessa segunda… Afinal, foram dias de rock, bebê. (!!!)
Boa semana!
A week of remembrance



Essa semana, com o anúncio da separação dos integrantes do REM, foi impossível não lembrar daquele tempo em que os meninos, com apenas três meses, perdidos no meio tantas fraldas e mamadeiras, já se acabavam de dar risadas encantando a todos.
Era novembro de 2008 e por uma grande e boa causa, resolvemos deixá-los sob os cuidados da avó e da Rosi para curtirmos o rock concert #1, o primeiro show após a chegada do trio. Muitos concertos vieram depois, mas o primeiro é sempre o primeiro. E, nesse caso, foi também nosso último show do grupo.
Em tantas e tantas noites, de sonhos e insônias, de risadinhas e cólicas, e em outros tantos momentos sempre havia música para eles e algumas vezes era o som do REM que embalava a molecada ou ritmava nossas aventuras.
Fica aqui, então, os sorrisos dos mosqueteiros como homenagem de trio para Trio. E, retribuindo o que foi exposto no site oficial do REM:
Que é isso, Peter, nós é que agradecemos por vocês terem feito parte de nossas vidas. Thank you.
Ressaca de segunda

Que tal acordar de manhã e se deparar com isso?
Nem queiram saber o que aprontavam os outros dois…
Mais Dia dos Pais
A festa de Dia dos Pais na escola foi dia 20/8. Os meninos dançaram e cantaram para o papai, que ficou todo feliz e orgulhoso.
Eles aprenderam a música e cantavam e dançavam em casa todos os dias. Na hora da apresentação no auditório, ficaram um pouco envergonhados…
Precisa dizer que são os três de casaco azul? Da esquerda para direita, Antônio, Oscar, Felipe, Cadu e Joaquim. As professoras são Tati, Lu e Lelê.
A apresentação estava linda! Pena que faltaram alguns coleguinhas, mas organizadores e alunos estão de parabéns!
Papai, nós te amamos muito, muito, muito!
Dia dos pais




Um fim de semana pra pai nenhum botar defeito.
Só nós cinco, nem vô, nem vó, nem babá.
Resultado:
Sábado – muita piscina, passeio no shopping – tomaram as gotinhas – e lanche na padaria. De volta pra casa, mais brincadeira, banho, janta e cama. Apagaram! Eu e Caco ficamos acabados, mas ainda conseguimos tomar nosso vinho e assistir “Super 8″ (bom demais!).
Domingo – clube, almoço na casa da vovó (mesmo com eles viajando), pracinha e brincadeiras no quintal. Depois, banho, janta e cama!
Parabéns papai! Te amamos demais!
Parabéns a todos os papais!
Pariu? Virou coruja!

Que gostoso! Foi como receber um beijo, uma bitoca, porque selinho pra mim sempre foi e continua sendo isso. Dar e receber selinhos é uma delícia!
Desses, assim, virtuais, eu nunca tinha recebido. E dava graças a Deus, porque é um tal de selinho pra cá, selinho pra lá, tipo aquelas correntes de e-mail… nunca gostei disso e sempre quebrei todas as correntes que chegavam a mim simplesmente por querer poupar meus amigos de recebê-las. Mas até que esses selinhos são legais, não são meras correntes. Os selinhos permitem que a gente fale um pouco mais de nós, nos aproxima, nos conecta. E é pra isso que a gente bloga, não é mesmo?
Então vamos lá, porque esse selinho veio cheio de regras e pretendo respeitá-las direitinho.
REGRA 1: Falar do blog que te deu o selinho
O selinho veio da Mariana do m&m+3. Conheci a Mari e comecei a segui-la por acaso, nas minhas buscas por blogs de trigêmeos. Fiquei encantada com o trio dela e com o fato deles terem nascidos tão antes da hora e hoje estarem ótimos, felizes e saudáveis. Tudo porque receberam amor, muito amor! Alguém que tenha acompanhado a história ainda tem dúvida disso? Resumindo, o selinho veio de uma família legal, de gente bacana, daquele tipo que a gente quer ter sempre por perto, mesmo que esteja láááá no RS – lugar que eu adoro pelas paisagens, pelas pessoas, pelo sotaque, pelo frio e pelas lembranças do que vivi lá com o maridinho.
REGRA 2: Citar 5 coisas que seus filhos fazem que a deixam ainda mais coruja
1) Quando me ensinam algo que não sei. Por exemplo, me apresentaram a “música da oração” (aquela da Banda mais bonita da cidade). Cantaram tudinho, em coro, disseram que aprenderam na escola, achei uma graça, depois fui conferir no youtube. Ui! que vontade de filmar e publicar o show do trio, mas seria muito exibicionismo…
2) Quando usam raciocínios lógicos e soltam algumas tiradas inesquecíveis, verdadeiras pérolas. Tenho algumas registradas, pretendo postá-las quando tiver um tempinho.
3) Quando demonstram carinho pelas pessoas que amamos. São carinhosíssimos, beijam, abraçam e dizem que gostam, adoram, amam. Não tem preço vê-los abrindo mão de alguma coisa para satisfazer um irmão, familiar ou amigo.
4) Quando brincam juntos, construindo coisas, pensamentos e imaginando juntos. É gostoso perceber que são totalmente diferentes, mas que há um pouquinho de cada um dentro de cada um. Viajei demais?
5) Quando dão showzinhos, dançam, cantam, pulam, sorriem, jogam futebol, dão cambalhotas, conversam, demonstram que estão felizes, saudáveis, vale como um afago de Deus mostrando que estamos no caminho certo. Viajei de novo?
REGRA 3: Por que você se acha uma mãe coruja?
Mãe coruja é redundância. Não sou coruja, sou mãe. Mãe que não é coruja, não é mãe.Toda mãe é coruja, mesmo que não expresse sua corujisse. Pensem nos extremos, de um lado mães que têm blogs sobre os filhos e de outro, aquelas que colocam sua cria numa redoma. Tudo corujisse. Às vezes, a expressão da corujisse está nos mínimos detalhes. Por exemplo, a Mari é coruja toda vez que ela termina uma frase sobre seus pequenos com três pontos de exclamação (assim!!!). Sacaram?
REGRA 4: Dar o selinho para quinze mães blogueiras
Gente, como estou respondendo super atrasada, acredito que a maioria de vocês já tenham recebido o selinho. Por isso, não tem sentido eu dar o selinho de novo para quem já recebeu. Pularei essa regra. (Não disse que quebrava as correntes? eu avisei!) Deixo livre para quem ler este post levar o selinho para o seu espaço e passá-lo pra frente. Portanto, sintam-se beijados!!!
Mas que coisa!

Este é um post-recado muitíssimo bem ilustrado pelas caretas do trio.
Não estou conseguindo comentar!!! Comento e dá erro, comento e dá erro, não dá!!!
Mas estou sempre nos blogs. Uma hora resolvo o problema e volto a comentar, tá?!
De onde vem


Papai treinando aikidô com Oscarzinho.
(Antes de julgar e tecer pensamentos comentários maldosos, procure saber do que se trata)
Por que o dia das mães é domingo?



Porque assim a gente pode ficar o dia inteirinho com as crias! Domingo é um dia perfeito para ganhar presentes do trio e do papai de manhã e passar o resto do tempo admirando cenas como essas.
Fomos almoçar com meus pais numa fazenda aqui perto. Os meninos, que já estavam com as roupas dos super heróis, não quiseram tirá-las e foi todo mundo assim mesmo. Lindos, como sempre, se acabaram de brincar na cama elástica e no parquinho de madeira.
Enfim, dia gostoso, dia de muitas comemorações.
Feliz dia das mães!!!
Rebola daqui e derrapa de lá

Reza de cá que eu não caio acolá!
Eles vão assim. Juntos, conversando. Um susto a cada buraco, uma risada a cada abanada de rabo. Vento no rosto, barulho de folhas e pássadros, ruídos das rodas sobre a terra, ôôôpa!!!, derrapadas da charrete nas pedras, reboladas do Shrek, sombras no chão, cheiro de lenha queimando.
Enquanto eles ganham o mundo ali, eu tento organizar o meu aqui. Desde pequena tenho contato com equinos e esses troços puxados por eles, mas só aprendi a andar de charrete depois que virei mãe.
Voltando ao passeio, vão sozinhos, os quatro, sem adultos por perto dizendo o que têm que fazer, ou onde devem segurar. Botina leva o burrico, mas não dá muita trela para o que acontece lá atrás, o que torna a aventura ainda mais emocionante. Jade e Cristal protegem, estão com elas, estão com Deus.
Nos bastidores, fico rezando para que ninguém invente de se levantar e continuar de pé, é perigoso. Acho que além de aprender a andar de charrete ando aprendendo a confiar nos meus filhos.
Na verdade, não vejo a hora deles montarem em seus cavalos. Assim, aprenderei de novo, melhor e diferente (virei mãe, lembram?).
Tá bom por hoje, né?!




Christiana Strauss, psicóloga clínica e professora universitária, mãe dos trigêmeos.
Oscar, Antônio e Joaquim
nascidos em 20 de julho de 2008