Três Mosqueteiros
Minha Vida com os TrigêmeosArquivo de Música
Bom carnaval!!!
Ôôôôbaaaa! Já está todo mundo animado e afinado! Ouça um pouco do que está rolando por aqui (mas já adianto que esse arquivo só possui áudio).
Bom feriado e até depois do carnaval!
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Esse que está cantando é o Oscarzinho. As carinhas e as coreografias ficam só pra família (editei para não expor demais), mas até que dá pra imaginar o tamanho da fofura, né?
A banda que toca aqui em casa

O que o Papai Noel vai trazer? Decidiram que queriam novas bicicletas. E eles têm razão, as que ganharam no ano passado não servem mais. Papai Noel ficou super contente por já terem escolhido seus presentes, com certeza a antecedência facilita muito a vida do velhinho.
O problema é que os meninos mudaram de idéia. Antônio já soltou que Papai Noel vai trazer pra ele uma bateria nova (a deles também já era!), Joaquim pediu uma guitarra ”de verdade” (Entenderam o “de verdade”? Joaquim é esse aí da foto fazendo os baldes de bateria) e Oscarzinho surpreendeu:
- Eu quero um baixo!
Ah, esses meninos! Cheios de vontades, como toda criança na idade deles, mas vão ganhar bikes e só. Ponto final. Sacaram qual banda toca aqui em casa?
A week of remembrance



Essa semana, com o anúncio da separação dos integrantes do REM, foi impossível não lembrar daquele tempo em que os meninos, com apenas três meses, perdidos no meio tantas fraldas e mamadeiras, já se acabavam de dar risadas encantando a todos.
Era novembro de 2008 e por uma grande e boa causa, resolvemos deixá-los sob os cuidados da avó e da Rosi para curtirmos o rock concert #1, o primeiro show após a chegada do trio. Muitos concertos vieram depois, mas o primeiro é sempre o primeiro. E, nesse caso, foi também nosso último show do grupo.
Em tantas e tantas noites, de sonhos e insônias, de risadinhas e cólicas, e em outros tantos momentos sempre havia música para eles e algumas vezes era o som do REM que embalava a molecada ou ritmava nossas aventuras.
Fica aqui, então, os sorrisos dos mosqueteiros como homenagem de trio para Trio. E, retribuindo o que foi exposto no site oficial do REM:
Que é isso, Peter, nós é que agradecemos por vocês terem feito parte de nossas vidas. Thank you.
Rock in Rio

Como o assunto da semana é e não poderia deixar de ser o Rock in Rio, vamos lá. Vejamos o que disse Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio, em entrevista à revista Crescer.
… Minha irmã de seis anos estará no Rock in Rio, as amiguinhas dela também.
Com certeza muitos pais virão com os filhos, e o evento está preparado para isso. Desde os banheiros até a grama, que é sintética para evitar buracos sazonais. Tudo é adequado, desde as comidas e bebidas que serão vendidas lá dentro até a segurança do local. Tivemos muito cuidado para que as pessoas se sintam seguras para trazerem seus filhos, mesmo que pequenos. Tem gente que vai com carrinho de bebê para lá e nós achamos isso lindo, o máximo…
Leia e entrevista aqui. E antes que você pergunte: Sim, tendo em vista que o Rock in Rio é um complexo de entretenimento voltado e adequado para o público de todas as idades, com diversos tipos de atrações, sua classificação indicativa de idade é livre (menores de 15 anos acompanhados de responsável legal).
Agora, diga:
Existe idade certa para começar a frequentar festivais como o Rock in Rio? Você levaria seus filhos pequenos? Mesmo com toda a estrutura, será que eles curtiriam? Você curtiria estar em família?
Não, gente, os mosqueteiros ainda não irão ao Rock in Rio. No máximo, ganharão camisetinhas que dizem “Eu vou em 2029″, que estão bem fofas! Mas estou curiosa para saber o que papais e mamães roqueiros andam pensando e quantos deles levarão seus filhos ao evento.
Ah, a foto aí de cima vai sem crédito porque a salvei há um tempo e juro que não lembro de onde.
7 de setembro



Tentei gravar algo mais comportado e bonitinho, como manda o figurino, mas como por aqui nada é muito certinho, lá vai…
No Brasil dos tri, nesse feriado, ainda se come pipoca sentado no meio fio da praça em frente à igreja esperando o desfile… só felicidade!
Feliz 7 de setembro! Viva o nosso Brasil!
Miscelânea
Tem coisa que não tem jeito. Por mais que a gente tente, não dá para controlar tudo, principalmente tudo o que chega aos ouvidinhos deles.
Todo mundo já está careca de saber que os tri adoram músicas de gente grande, pedem de tudo. Entram no carro e já pedem a banda do Tio Duda, U2, Incubus, Pearl Jam, Foofighters, etc. Enfim, além de todas as músicas infantis existentes no mundo, eles entram na onda do que estiver tocando e do que a gente estiver ouvindo.
Até aí tudo bem. Só que, um belo dia, a babá ensina a música do Pedro, Tiago e João no barquinho, alguém na escola ensina o Rebolation e o Vou-não-quero-não-posso-não, vovó ensina Mãezinha do Céu e sei lá quem apresenta às crianças o universo sertaneja.
É aí que eu pergunto, como darão conta de tanta mistureba?
E não pára por aí. Para eles, onde há música há dança, nem que seja para simular uma bateria, uma guitarra, um piano, um saxofone ou até mesmo um microfone na mão. Uma comédia! Usam com propriedade palhetas e baquetas e já experimentaram tudo, de pifarito a berimbau. Aprendem as coreografias como aprendem as músicas e o gestual com instrumentos, num piscar de olhos!
E estão sempre antenados, vivem trazendo novidades. Aquela da banda mais bonita da cidade, por exemplo, foram eles me apresentaram. Uma outra da Shakira também.
Agora, imagina flagrar um filho brincando com seus dinos cantarolando Segura na mão de Deus, enquanto o outro está sentado num balde virado, com um capacete na cabeça, tocando sua guitarra e cantando “Aisicual, aisicual, oeô, de papel!..” (isso é FooFighters – I’ll stick around, I’ll stick around and learn from all that came from it…). E para completar, uma voz vem lá do banheiro, mais precisamente do trono, “Ei, psiu, beijo me liga…” (tá, temos que concordar que pelo menos já começaram a aprender que cada música tem sua hora e local apropriados…) Diversão garantida dia e noite!
Hoje, na hora de ir pra escola, Antônio cantava aos berros, com o bom humor matinal de sempre:
- Eu já sei, essa força que me leva pra você… Eu tô apaixonado, eu tô comendo tudo!…
Ele não sabe essa música inteira, então pula de uma parte pra outra ou fica no nãnãnãnã… E se o menino acha que “comendo tudo” combina mais com a letra, deixa ele. Interpretação? Claro! Faz cara de apaixonado, coraçãozinho com a mão e tudo mais.
E como se não bastasse, essa semana numa volta da escola, o rapazinho conta:
- Mãe, hoje eu aprendi uma música muito importante.
- É, filho? Qual?
- O Hino Nacional!
E começaram, em trio, a cantar o hino substituindo algumas palavras por outras conhecidas ou por algumas sem sentido, mas no ritmo certo:
- O filho do Piranga amargenpááácidas…
Foi quando dei uma olhada para o banco de trás. Não acreditei. Os três estavam com as mãozinhas entre as costas e a cadeirinha. Não falei? Até a coreografia do hino eles aprenderam!
- Tem que ficar com as mãozinhas pra trás, mãe…
Já estou vendo a hora que farão todos os dias aqui em casa o culto à bandeirinha de plástico que sobrou da copa do mundo.
Agora aguenta, né, minha gente, porque temos um coral afinadíssimo aqui em casa! E a mamãe aqui fica encantada, hipnotizada, babando, do mesmo jeito que fica quando o papai pega o violão. Ai, que saco, lembrei de novo que terei três noras. Tã, tã, tã, tã – suspense hitchcockiano.
Chega. Acabou o clima. Bjs!
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A moda agora por aqui é o Balão Mágico, que conheceram na escola. Delícia! Aproveitando, matem minha curiosidade: a Baby Consuelo estava grávida de quem quando participou do Superfantástico? Sarah Sheva, Nana Shara ou Zabelê?
Ahá! Se eu consegui acertar esses nomes, com certeza o trio dará conta de tanta miscelânea, né?!
No meio ou na ponta?

Entrando no carro,
Filho 1: – Mãe, você põe o fighters?
Mãe: – o quê, filho?
Filho 1: – Aquele fighters…
Mãe: – Que fighters, filho?
Filho 1: – O foo fighters!
Mãe: – Ah, claro. Ponho sim.
Filho 2 (indignado): – Nããããão! Eu quero ouvir Incubus!
Filho 3 (mais indignado ainda): – Nãããão! Põe o tio Duda! (Supertrunfo, banda de uns amigos)
Toda vez que a família entrava no carro era essa briga, cada um queria uma coisa. Também discutiam sobre quem sentaria nas cadeirinhas das janelas (nas pontas, como eles dizem).
Papai deu logo fim às divergências decidindo que quem vai no meio tem o direito de escolher o som que vai rolar. Pronto, resolvido! Tem funcionado super bem, aprenderam a revezar rapidinho. O engraçado é que agora ficam os da ponta querendo convencer o do meio a escolher essa ou aquela banda. Vamos ver onde isso vai parar.
Música boíssima!

Ah, o show foi muito bom e os meninos se comportaram super bem com vovô Oscar e vovó Eliana. Ficaram tão direitinho que vovô e vovó ainda ficaram com eles a manhã inteirinha na pracinha, enquanto a mamãe recuperava as energias.
Obrigada vovô e vovó!
Música boa!



Só para registrar e matar um pouco a saudade da época do Rockabye Baby…
Como os meninos ouviam essas músicas! E agora, foi impossível não lembrar das versões que eles ouviam.
Será que acontece o mesmo com eles? Eles se lembram e reconhecem as músicas que ouviram quando eram bebezinhos?
Tudo leva a crer que sim. Eles gostam. Curtem um bom rock. Só que agora na versão mais pesada, com bateria, efeitos e solos de guitarra.
São uns rockeirinhos! Adoram tocar os instrumentos, identificam e imitam os sons com a boca, fazem gestos no ar. Outro dia o vizinho, baterista, se surpreendeu quando Oscarzinho o comprimentou fazendo metal com os dedinhos. Fofos, fofos, fofos!
Vai rolar, não. Já rola faz tempo!
Achei este vídeo antigo perdido no computador do vovô e da vovó. É velho, já tem uns meses, mas achei que valia o registro.
Fala sério! Ser avó deve ser mesmo maravilhoso!
Imagine se deparar com cenas como essa e não se estressar, não ter que gritar um “Silêncio! É hora de comer!” ou um “Cuidado, menino, você vai cair?” ou ainda “Todo mundo sentado, agora!”.
É, na casa da vovó pode tudo. Na cozinha então, pode tudo mes-mo. Até cantar Ivete Sangalo e dançar em pé nas antigas cadeiras de palinha pode. Eu e meus irmãos nunca pudemos fazer isso, minha mãe nunca deixou. ”Não pode ficar em pé nas cadeiras de palhinha porque estraga a cadeira!”, ela dizia. Mas o quarteto pode. Eles podem isso e muito mais. “A palinha a gente troca depois!”, simples assim.
Rachel de Queiroz sempre esteve certa. Avó não tem a menor pretensão pedagógica, não tem a obrigação de educar e o ônus de castigar… que delícia é ser avó!
E que delícia de festas rolam nas casas das vovós! Duas avós, festa duas vezes! Obrigada, vovós, amamos vocês!
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Também quero ser avóóóó!!!! Ui! Lembrei-me daquela parte que vem antes, a de ter nora (céus, três noras!). Podemos pular essa parte?
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Dando nome aos bois, ou melhor, aos bezerrinhos:
No sentido horário, ao fundo, à esquerda, a única menina da festa, Létícia. À direita, Antônio, que virou o prato e ficou pedindo mais, mais… Joaquim é o que canta e anima a turma. E Oscar, que estava aprendendo a tocar guitarra no ar (hoje ele faz com maestreza).
Mais um da série
Para quem curtiu o vídeo do Oscarzinho cantando, aí vai outro, também feito pela Jê.
Reparem no Antônio (de azul) todo empolgado tentando fazer um som com as mãozinhas na boca.
As músicas que eles cantam no final quando a Jê pede “agora a do tio Duda!” são da banda Super Trunfo, na qual o tio Duda é guitarrista.
Além dos sucessos da minha escolinha, o trio adora rock´n roll!!!
… é porque te quero bem
- Que fofo! Isso tem que ir pro blog!
- Não dá! Olha só, os meninos tiraram os bracinhos dos cintos. Imagina que feio, que mal exemplo! O que as pessoas vão pensar de mim? Vão achar que ando assim com as crianças soltas no carro, só com a parte debaixo do cinto… que irresponsabilidade!
- Ah! Não tem problema. É só colocar no post uma observação dizendo que criança tem que andar na cadeirinha, presa ao cinto de segurança… ah, vai, ficou tão fofinho!
- Tá bom, vou pensar.
Aqui está o vídeo, de autoria da Jê, que estava ao meu lado no carona, filmando algumas gracinhas dos meninos enquanto íamos até a padaria da cidade. Obrigada, Jê!
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A legislação determina que crianças de até dez anos sejam transportadas no banco traseiro em assentos adequados e presas ao cinto de segurança!
Trio elétrico
Há! Acabei de falar sobre a afinidade do trio por música e achei essa foto dentre as tiradas hoje – os três em cima do carro sob a supervisão do papai.
Do barulho!
Alguém aí sabe quem inventou esse negócio de fazer instrumentos musicais de brinquedo? Não sei se beijo ou se mato essa criatura! Explico.
Os meninos são completamente loucos por qualquer coisa que faça música. Quer fazer meus meninos felizes? Apareça com um instrumento musical!
Eles sabem os nomes de muitos instrumentos e já conseguem identificar nas músicas os sons de cada um. Não é raro a gente ouvir alguma música no carro e de repente Oscarzinho dizer “Olha a bateria!”, Joaquim sempre se refere ao violão e à guitarra e Antônio adora pinano (piano). Minha maior frustração será não conseguir filmar uma cena comum: os meninos fazendo gestos como se estivessem tocando guitarra, piano e bateria, uns fofos! Outra brincadeira frequente é pegar alguma coisa para fazer de microfone e apresentar um show onde cantam e dançam. Corujisse à parte, são talentosíssimos os nossos mosqueteiros!
Tenho que dizer que, além do interesse natural que toda crianças tem por música, os meninos foram muito influenciados pelo Caco aqui em casa e pelas aulas de música na escola. Obrigada, profa Sônia! Isso sem falar na Loja do Mestre André (Céus! Pifarito, rabecão!)!
Os meninos têm uma considerável variedade de instrumentos, alguns de brinquedo, outros de verdade como, por exemplo, as flautas. Eles não têm livre acesso a estes instrumentos porque temos bom senso e muito respeito pela vizinhança. E enquanto o estúdio aqui de casa não se tornar realidade, vai ter que ser assim, alguns instrumentos continuarão trancados em um quarto e com o uso controlado.
Na foto, papai (de cinza) e tio Junior montam a mini-bateria logo após a saída do Papai Noel. Obrigada, vovôs e vovós!
Já resolvi o impasse do início do post: mato a criatura inventora dos brinquedos estridentes e sufoco os quatro avós com beijos e mais beijos!
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Curtas:
- Outro dia, Oscarzinho veio todo feliz “me informar” que o instrumento da capoeira é o barinbau (berinbau).
- Sempre pedem um reco-reco, mas enquanto ele não vem, improvizam com coisas variadas como um pedaço de madeira sobre peças de Lego.
- Xilofone, bongô, harpa, baquetas, saxofone e outros termos também já fazem parte do vocabulário deles.
Música no carro
Esse post é em homenagem aos próximos shows do calendário. Se eu contasse pro papai, ele não acreditaria. Mas podem acreditar, pois papai estava lá e não me deixa mentir.
Todos no carro rumo a Campos. Ainda no condomínio, papai liga o som.
- Moçada, o que tá tocando?
- Ãshhhh! Grita Joaquim.
- Não, Joaquim. Não é Rãnsh, não. É Tingüei! Corrige Oscarzinho.
É ”Tingüei”. E todos começam a bater palmas. Antônio e Oscarzinho começam a sacudir as cabecinhas de um lado pro outro e Joaquim, pra baixo e pra cima, como um roqueiro nato!
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Obs1: Ãsh e Rãnsh= Rush; Tingüei = Green Day
Obs2: O som no carro nunca é muito alto. Nossos ouvidinhos agradecem!
Obs3: O trio também curte muito e canta super bem Galinha Pintadinha, Sucessos da minha escolinha, Patati Patatá e uma infinidade de hits nacionais e internacionais para crianças. Quem sabe ainda consiga filmar…
Joaquim quim quim
É incrível como algumas coisas ainda têm o poder de acalmar as crianças.
Numa noite dessas, Joaquim estava irritadíssimo com o nariz entupido e resmungava e chorava sem parar. Foi só pegá-lo no colo e niná-lo, como fazíamos quando ele era nenenzinho, que ele se acalmou e dormiu. Cantei devagarinho, por uns minutos, no seu ouvido “Joaquim quim quim/ da perna torta ta ta/ dançando rumba ba/ com a Maricota ta”. Há tempos não fazia isso e vi que ainda dá certo.
Até quando isso irá funcionar eu não sei. Mas sei que ele será o meu caçulinha, o meu nenenzinho, pra sempre.
Na foto, ele recebe o carinho do vovô Luiz.
Tal pai, tal filho
Joaquim, 1 ano e 8 meses de talento!
Os meninos herdaram o gosto do papai por música rock. Sei que a maioria das crianças adora música. Mas com os mosqueteiros é demais.
Já até pensei em aproveitar essa predisposição para matriculá-los num curso de iniciação musical ou qualquer coisa do tipo. Mas preferimos não forçar nada. Quando se faz por gosto sai mais bonito. E nesse aspecto é melhor evitar que prazer se confunda com obrigação.
Então, a idéia é incentivar, direcionar, mas sem cobrar. Curtindo muito, sempre.
















Christiana Strauss, psicóloga clínica e professora universitária, mãe dos trigêmeos.
Oscar, Antônio e Joaquim
nascidos em 20 de julho de 2008