Três Mosqueteiros

Minha Vida com os Trigêmeos

E na hora de administrar remédios, vocês já erraram?

Já deram remédio errado para a criança errada? O que fazer quando se tem que administrar remédios diferentes em doses específicas para crianças diferentes em horários diferentes?

Os meninos não ficam doentes com frequência, mas quando acontece é sempre uma semaninha chata de remédios e inalações. E tudo se complica quando várias pessoas dividem a reponsabilidade de medicar o trio. Quem olha de fora pensa que é um Deus nos acuda. Mamãe pergunta pro papai, vovó pergunta para a tia, uma babá pergunta para outra “E, aí, você já deu o remédio? Qual? Pra quem?”. Mas nada de pânico, minha gente, nada de confusão nem de remédios trocados! Desde que nasceram usamos um esquema que sempre funcionou muito bem.

Aí vão algumas dicas de como medicar certinho a turma toda quando todo mundo fica doente ao mesmo tempo.

1) A coisa começa na farmácia. Se a criançada for tomar os mesmos remédios, vale a pena fazer as contas direitinho em relação às doses e ao tempo estimado de tratamento para não comprar remédio a mais e não gastar além do necessário.

2) Em casa, pegue as receitas e monte uma tabela organizada por horários X crianças. Nas linhas os horários e nas colunas os nomes das crianças. Assim, fica fácil saber o que dar para quem em cada horário. Essa tabela deve ser fixada em local visível próximo ao local onde a medicação será preparada.

3) Mesmo com as crianças já crescidinhas e conseguindo tomar os remédios nos copinhos é mais fácil usar seringas porque, além de ser mais fácil de manusear, garante a precisão da dose. O ideal é utilizar sempre seringas descartáveis e a cada dose abrir uma nova, mas isso não rola por aqui. Usamos uma seringa por criança e por medicação. Após o uso, a seringa é bem lavada e fica pronta para a próxima dose. (Usamos seringas descartáveis apenas quando eram recém nascidos e tomavam complemento de ferro e vitamina C. Aí sim, era uma seringuinha estéril a cada dose. Elas ficavam organizadas em copinhos com o nome de cada bebê).

4) Cada seringa, então, deve ser marcada com o nome da criança, a medicação e a dose que deverá ir ali dentro (vejam nas fotos). Para isso, utilizamos etiquetas escritas em um rotulador eletrônico (já falei sobre ele aqui), mas nada que a dupla “caneta e esparadrapo” não resolva. As vantagens desse tipo de etiqueta é que a letra fica sempre legível e a seringa pode ser lavada milhões de vezes que a etiqueta não desbota, não descola, não estraga e não fica feia.

5) As seringas com as medicações devem ser preparadas nos horários certos e então é só conferir a etiqueta e administrar.

Utilizando esse esquema, evitamos o risco de trocar as medicações, esquecer de alguém ou dar a medicação em dose dupla para um deles.

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