Três Mosqueteiros

Minha Vida com os Trigêmeos

Arquivo para Babás

Futebol com a Rosi

 

Domingo de manhã é hora de jogar futebol e de brincar no parquinho do condomínio com a Rosi.

Obrigada Rosi! Você é demais!

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Cidoca

Desde julho a não está mais com a gente. Ela teve que voltar para casa dela por motivos pessoais. Então, a Cida, que havia sido dispensada quando os meninos entraram para a escola, voltou. Ela fica com a gente do horário em que as crianças chegam da escola até o horário em que eles já estão dormindo profundamente. Apesar da saudade da Jê, os meninos adoram a Cida, que também tem um carinho enorme pelos três. Por isso a chamamos de volta.

Então, hoje, estamos com a Cida e com a Maria, que cuida da casa. Não há mais necessidade de muita gente. É claro que se você quiser conforto e quiser ficar com as crianças somente quando estiver a fim, vai precisar de mais pessoas para ajudar pois são muitos os cuidados, nessa idade eles não param e tudo pode ser perigoso. Por outro lado, já tivemos a experiência de ter um batalhão em casa e, como cada fase é uma fase, agora estamos curtindo o sossego da casa menos movimentada (é, nem tanto assim… são sete pessoas dentro de casa, além de vovôs, vovós, titios e titias que estão sempre por aqui ou a gente sempre por lá). Mas tem dado certo, as crianças estão ótimas, felizes, saudáveis e é isso que importa!

Andei olhando por aí e vi que nem todo mundo fala sobre as babás. Por quê??? Bom, em todo caso, aí vão três motivos pelos quais volta e meia falo a respeito delas aqui no blog:

  • Elas são uma espécie de anjos pois nos ajudam demais! Tudo bem, elas recebem pra isso, mas ninguém paga por zelo, atenção, afeto, paciência. E isso elas têm dado de sobra.
  • Aprendi desde criança a tratar os empregados com carinho, educação e respeito. Mas, aprendi muito mais sobre essa relação depois da chegada do trio. Aprendi, por exemplo, que a interação delas com o trio influencia o amadurecimento cognitivo e emocional dos meninos e que a qualidade dessa relação é de extrema importância para o desenvolvimento deles. Devemos valorizar isso a todo instante.
  • Sempre tive sorte e nunca não tive problema com nenhuma delas. Até hoje, todas foram muito prestativas e competentes. Só trouxeram alegria, dias mais tranquilos e noites de sono que mamãe e papai merecem.

Obrigada queridas! Por isso vocês estão sempre no blog e em nossos corações!

Jê, sei que você está lendo isso, estamos todos com saudades!

Férias? Não. Trabalho temporário!

Essa semana estou de volta ao trabalho. Aproveitei julho para dar férias para Jê e ficar mais com as crianças. Como os meninos não tiveram férias na escola pude descansar um pouquinho também. Só que  julho, especialmente esse julho, foi até agora o mês mais curto do ano, passou voando, e não deu tempo de fazer tudo o que eu tinha planejado. Retorno ao trabalho com aquela sensação desagradável de que não consegui nem descansar tudo o que eu precisava, nem fazer tudo o que eu tinha proposto.

Dentre as milhões de coisinhas que deixei para fazer nas férias, pensei em dar uma melhorada no blog…  Que nada! Mal consegui postar as novidades. E os livrinhos que comecei a fazer para os meninos?! Está tudo lá: revistas velhas, tesoura, recortes, cola e papéis… Mas não faz mal, a gente sempre dá um jeitinho e devagar acaba conseguindo colocar a vida em dia. O importante é que adorei a experiência de ser motherholic e tive um bom desempenho nessa condição. Ter ficado mais tempo com as crianças foi maravilhoso tanto pra mim como pra eles.

Agora a Jê está de volta e as aulas também (não me afastei do consultório em julho). Às vezes bate uma vontadezinha de não trabalhar e me dedicar somente a eles, como mostrou a reportagem Elas estão de volta ao lar da Veja de 14/07. Mas como já falei várias vezes (clique aqui para ler outros posts sobre o assunto mãe que trabalha), jamais seria feliz longe do(s) meu(s) trabalho(s). Entendo as mamães que se entregam à vida de mãe 24hs. Admiro muito, mas cada uma é uma e para mim isso certamente não daria certo – a não ser, claro, se a situação assim exigisse.

Na contra mão ou não, só sei que não há regras nem receitas para encontrar a felicidade. Descrições e interpretações sobre as tendências e as mudanças de comportamentos em nossa sociedade devem nos levar a pensar, mas nunca a agir cega e inocentemente de acordo com a maioria. E vale o recado para aquelas que trabalham porque precisam e/ou porque gostam: não devemos nos sentir culpadas por isso! Enfim, meninas, mamãe realizada é muito mais mãe!!!  Ponto.

Então, de volta ao batente! Que venha a correria!

Farra do bolo

Não tem jeito. O bolo de chocolate da Valda, ajudante da vovó Lena, continua sendo a preferência dos mosqueteiros. Simplesmente amam, mais até do que o próprio chocolate. E viva a Valda, vivaaaa!!!

Na foto, os três se lambuzam aqui em casa com os pratinhos que vieram de brinde (ôba!) nas caixas de fraldas.

Altruísmo relaxante

Toda sexta-feira os meninos recebem massagem relaxante na escola. Ainda bebês, antes de irem pra escola, a Jê já massageava suas costinhas enquanto eles assitiam seus dvds. Antônio sempre foi o que mais gostou. Extasiado, ainda passa uns bons minutos recebendo a massagem. Não demorou muito e logo ele aprendeu a massagear também. Volta e meia, quando a gente está sentado no tapete brincando com eles, Antônio vem por trás e começa a apertar nossos ombros. Faz isso em todo mundo, na mamãe, papai, vovôs, vovós, Oscarzinho, Joaquim, Jê, ninguém escapa. E fala baixinho “Massage.” É delicioso! Mais delicioso ainda é observar que ele se preocupa com os outros, em proporcionar aos outros o que ele considera que é bom para ele. Será? Pode ser pura imitação. Mas é assim que começa. Demais!

Outra gracinha do nosso massagista.

Durante a brincadeira citada no post anterior, uma das palavras gritadas por eles enquanto seus corpos voam sofá abaixo é “Madeeeeeeira!!!” (A mamãe aqui ensinou enquanto os saltos ainda ocorriam em terra firme. Pobre mãe, se arrependimento matasse…) Quando vem do Antônio, no meio das gargalhadas a gente só escuta “Bebeeeeeeida!!!”. Fofíssimo! Nem sabe o que está falando, mas sabe que esse grito faz parte da brincadeira.

Ajuda das universitárias

Sempre achei um saco os papos daquelas minhas amigas que casaram antes de mim, tiveram filhos antes de mim e por isso só falavam de coisas pelas quais eu não tinha o menor interesse: marido, filhos, casa, empregada, supermercado, etc. Pois bem, eu não tinha interesse porque isso ainda não fazia parte do meu mundo. Hoje, esses itens citados preenchem o meu cotidiano e aqui estou eu falando desses assuntos. E o que é pior, falo sobre isso não só com as amigas, mas também com pessoas que nem conheço pessoalmente e nem mesmo sei se existem!

Enfim, assim é o mundo, voltas e mais voltas. E no meio dessas voltas, voltemos então, comadres, ao assunto “funcionárias da casa”, um dos preferidos das mães que trabalham, principalmente das mães de múltiplos.

Matricular os meninos na escola resultou em algumas mudanças na nossa rotina. Com muito pesar, dispensei três das nossas ajudantes e contratei uma nova. Hoje, contamos com a Jê, que é a babá dos mosqueteiros e continua morando aqui e a Maria (nova contratada), que “só” cuida da casa. Está sendo ótimo! As duas são pessoas maravilhosas e tenho o maior orgulho de tê-las com a gente. Admiro, principalmente, a dedicação, o esforço e a busca que cada uma delas trava para melhorar sempre.

Maria se desdobra para trabalhar durante o dia, estudar Comércio Exterior e ainda ter aulas de inglês e espanhol à noite. Já a Jê (foto)… Bom, ficamos preocupados com o tempo ocioso que a Jê teria enquanto os meninos estivessem na escola e por isso a incentivamos a fazer uma faculdade. Ela topou. E não é que a danada passou no processo seletivo?! E em 2º lugar!!!

Parabéns meninas! Trabalhar e estudar não é fácil e não é para qualquer um. Vocês têm a nossa admiração e o nosso apoio!

Para finalizar, deixo a perguntinha. Existe alguém perto de você que precisa só de um empurrãozinho para começar ou voltar a estudar??? Vale a pena ajudar!

Resposta do “O que será?”

Acertou quem escolheu prendedores de roupa, que até agora, venceu com 48% dos votos.

Jê e os meninos estavam brincando de fazer torre com os prendedores.

Tudo vira brinquedo nas mãos dessas crianças e dessa super babá!

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